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Arquitetos transformam caixas d’água abandonadas em belas residências (<3)


A criatividade, muitas vezes, leva às soluções mais inusitadas e cheias de estilo!

Adaptação e conversão de antigas construções em espaços úteis, de finalidade nova e arquitetura contemporânea, são cada vez mais recorrentes. Caixas d’água abandonadas, por exemplo, podem ser transformadas em habitações privadas. Seu reaproveitamento demandaria bem menos recursos naturais, sendo mais sustentável que uma construção comum.

Detalhe da torre Biorama em Joachimsthal, na Alemanha. (imagem extraída de Kulturort Brandenburg)

Logo abaixo, veremos excelentes exemplos de engenharia e arquitetura, onde o novo e o velho estão integrados em harmonia. Eles provam que é possível, sim, a transformação de caixas d’água em belas residências!

+ Biorama

Proposta de arquitetura e design de interiores bem simplista e minimalista. (imagem extraída de Casa Vogue)
Térreo: escritórios. Primeiro andar: quarto e sala de estar. Segundo andar: cozinha e sala de jantar. Andares superiores: demais salas e deck de observação. (imagens extraídas de Casa Vogue e Adoit)

Dentro de uma área de reserva natural da cidade de Joachimsthal, na Alemanha, o designer Richard Hurding teve o desejo de transformar a antiga estrutura da torre de água existente em uma residência. Biorama, como é conhecida, foi projetada por Frank Meilchen. Nos seis andares, que somam mil e quinhentos metros quadrados, ele manteve os bonitos tijolos aparentes em tom amarelo e os grandes vãos, que proporcionam uma vista privilegiada para a floresta.

+ Tower of Living

Nova janela, de três níveis, para levar luz natural aos ambientes. E terraço, no último andar da torre. (imagens extraídas de Pinterest)
Pequenos ambientes sobrepostos preservam a amplitude da torre. (imagem extraída de Inhabitat)

Localizada em Soest, na Holanda, a Tower of Living é uma bela casa em tijolos vermelhos, de nove andares, projetada por Zecc Architects. A antiga estrutura, datada de 1931, que já foi utilizada como caixa d’água, representa, hoje, um verdadeiro modelo de arquitetura sustentável. Isso porque muitos dos seus antigos materiais foram reciclados, mantendo as belas características industriais da edificação. Aço, concreto e vidro foram devidamente trabalhados pelos profissionais para a criação de um layout muito mais amplo e eficaz.

Woning Moereels

Primeiro vão da residência é livre e tem seis metros. (imagem extraída de Ciclo Vivo)
No topo, há uma piscina coberta e um jardim de inverno, no andar abaixo da antiga caixa d’água. (imagens extraídas de Design Launches)

A Crepain Binst Architecture desenvolveu, para o paisagista Moereels, esse belo projeto de transformação da histórica caixa d’água da cidade de Antwero, na Bélgica. Conhecida como o “farol da cidade”, ela possui seis andares e está localizada em meio à floresta. Com painéis de vidro translúcido e lâmpadas fluorescentes na fachada, tem uma aparência brilhante à noite.

Depois de tantos anos de abandono, por parte do município, o reservatório de concreto se tornou um confortável apartamento. Entre seus quatro pilares, de vinte e três metros de altura, foram adicionadas algumas lajes quadradas de quatro por quatro metros, que formam os novos espaços habitacionais. Escadas ligam todos esses andares, até chegar à área do cilindro, que possui quatro metros de altura.

Steenokkerzeel

No piso térreo há uma garagem para dois carros. No segundo, sala de armazenamentos. No terceiro nível fica uma sala, um escritório e os quartos infantis. (imagens extraídas de Casa Vogue)
No quarto está andar o banheiro e no quinto o dormitório master. No sexto nível há a salsa de estar, de jantar e a cozinha. E, por último, no sétimo andar tem-se o deck de observação. (imagens extraídas de Casa Vogue)

Na cidade belga de Steenokkerzeel, na Bélgica, a empresa de arquitetura Bham Design Studio transformou uma torre de água, construída pelos nazistas nos anos quarenta, em uma moderna residência de sete andares. Quase todos os elementos de concreto existentes foram preservados, mantendo a identidade visual da construção. Noventa e oito metros de altura guardam os novos ambientes, muito bem isolados, acusticamente, e automatizados, com a mais avançada tecnologia.

Townhouse

As doze aberturas na fachada foram necessárias para boa ventilação e iluminação dos ambientes. Alguns suportes de concreto precisaram ser adicionados para proteger a construção da ação do vento. (imagem extraída de Duncan C em Flickr)
A torre de água de Tom Dixon ainda é um marco para a cidade, representando um modelo de arquitetura eco-friendly. (imagens extraídas de Revista Casa e Jardim)

“Esse é só um exercício de design.” – Tom Dixon.

Essa torre clássica, de quase cem anos de idade, foi adquirida pelo aclamado designer inglês Tom Dixon e transformada em uma singela e moderna residência. O tambor de concreto, de estrutura cilíndrica de quase vinte metros, foi dividido em três níveis e revestido com madeira. Todos os andares são ligados por escadas espirais, sendo o primeiro andar a cozinha, a sala e o banheiro; o segundo as suítes e o último a sala principal, com vista de 360 graus de Londres.

+ The Cube

Dentro da torre: cozinha, quartos, banheiros, academia, adega e garagem. Topo da torre: sala de estar e terraço, com vistas de 360 graus para a cidade (imagens extraídas de Inhabitat e Pinterest)
Interiores de linhas limpas, mobiliário moderno e decoração minimalista. (imagem extraída de Freshome)

Construída em 1867, para Lambeth Workhouse and Hospital, essa torre de água, de estilo gótico veneziano, já foi a mais alta de toda Londres. Em desuso desde o século XX, essa construção foi, recentemente, renovada e convertida em uma luxuosa e excêntrica residência de oito andares. O projeto, desenvolvido por Leigh Osborne, manteve cuidadosamente os detalhes arquitetônicos, sem descaracterizar a beleza e o glamour desse importante marco histórico.

Para a implantação das áreas habitacionais, certa quantidade de elementos em tijolos, do antigo e complexo layout da torre, precisou ser removida. Um elevador foi instalado para melhorar a mobilidade entre os diferentes níveis. E alguns panos de vidro foram adicionados para levar mais luz aos ambientes. É, justamente, esse contraste entre materiais que revela a essência contemporânea da proposta.

Fontes: Casa VogueInhabitatInhabitat-2The Seattle TimesRevista Casa e JardimFres Home.


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